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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Cultura da Solidariedade.


Clique na imagem para aumentá-la.

Unidos no mesmo ideal, nos solidarizamos. Lembrando os sete princípios básicos da Cruz Vermelha:

Humanidade
Imparcialidade
Neutralidade
Independência
Voluntariado
Unidade e
Universalidade

E que sua missão compreende:

Agir, em caso de guerra, e preparar-se, na paz, para atuar em todos os setores abrangidos pelas Convenções de Genebra e em favor de todas as vítimas de guerra, tanto civis como militares; contribuir para melhoria de saúde, a prevenção de doenças e o alívio do sofrimento, através de programas e de serviços que beneficiem à comunidade, adaptados às necessidades de peculiaridades nacionais e regionais, podendo também, para isso, criar e manter cursos regulares, profissionalizantes e de nível superior; organizar, dentro do plano nacional, serviços de socorro de emergência às vítimas de calamidade, seja qual for sua causa; recrutar, treinar e aplicar o pessoal necessário às finalidades da instituição; incentivar a participação de crianças e jovens nos trabalhos da Cruz Vermelha; divulgar os princípios humanitários da Cruz Vermelha a fim de desenvolver na população, e particularmente nas crianças e nos jovens, os ideais de paz, respeito mútuo e compreensão entre todos os homens e todos os povos.


Nos unimos também à Cruz Vermelha Brasileira Filial Rio das Ostras, para agradecer
a equipe guerreira de voluntários, a população solidária de nossa cidade, a Prefeitura de Rio das Ostras, ao Corpo de Bombeiros de Casimiro de Abreu e aos empresários de nossa região, que em perfeita cooperação solidária colaboram para que Cruz Vermelha Brasileira Filial Rio das Ostras -RJ cumpra mais uma vez com louvor a sua missão. Mas, importante ressaltar que ainda temos muito trabalho pela frente. Segue a lista de urgência pra essa etapa dos trabalhos.

LISTA DE
URGÊNCIA
:
  • Combustível ( óleo Diesel para abastecer os caminhões e a caminhonete que estão transportando os donativos para a região serrana),
  • Doações em dinheiro,
  • Fraldas geriátricas,
  • Material de Primeiros Socorros,
  • Cama Beliche c/ colchão (tem que ser nova) 100 unidades.
  • Agua potável,
  • Alimentos não perecíveis (Em quantidades iguais, para a confecção de cestas básicas),
  • Material de limpeza em geral,
  • Material de Higiene pessoal,
  • Cobertores.

Para se informar sobre qual a melhor maneira de ajudar nesse momento, entre em contato.


Telefone:
(22) 2771-3563


E-mail
:
filialriodasostras@cvbriodasostras.com


Rodovia Amaral Peixoto, Km 150 Loja 02 - Costa Azul - Rio das Ostras - RJ - Brasil.
Tel.: + 55 22 2771-3563




segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Uma esperança renasce



Plano Nacional de Cultura


Presidente Lula sanciona lei que orientará políticas culturais nos próximos 10 anos


Reconhecer e valorizar a diversidade cultural, étnica e regional brasileira; proteger e promover o patrimônio histórico e artístico, material e imaterial; valorizar e difundir as criações artísticas e os bens culturais. Esses são alguns objetivos do Plano Nacional de Cultura (PNC), sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na última quinta-feira (02.12) e publicado no Diário Oficial da União dessa sexta-feira (03.12), na forma de Lei 12.343/2010.


Juntamente com a aprovação do Plano, há a criação do Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais (SNIIC). As diretrizes, objetivos e estratégias contidas no Plano terão validade por dez anos. Serão fixadas pela coordenação executiva a partir de subsídios do SNIIC. Essas metas serão reavaliadas periodicamente. De acordo com o projeto de lei sancionado, a primeira avaliação deverá ser realizada daqui a quatro anos.


Veja aqui, na íntegra
, a publicação no D.O.U.


Futuro


Após 180 dias da sanção do Plano Nacional de Cultura (PNC) pelo presidente da República, o Ministério da Cultura deverá estabelecer metas para implementação de seus objetivos. Nesse mesmo prazo, o MinC deverá criar o conselho e a coordenação-executiva do plano.
O Plano Nacional é uma diretriz a ser seguida pelos estados e municípios, para criarem seus próprios planos de cultura. A adesão, porém, não é automática ou obrigatória. O MinC irá criar protocolos de adesão para esses entes federativos, e então subsidiar, com consultoria técnica e apoio orçamentário, a elaboração desses planos.

Marcos Agostinho (Comunicação Social/MinC)


Esperamos que os representantes legais de Rio das Ostras se interessem e saibam aproveitar essa oportunidade. Vamos acompanhar e ir postando aqui as novidades. Tomara que sejam boas para TODOS!
Como dizem nossos amigos pernambucanos "Tumara, meu Deus tumara".

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

sábado, 6 de fevereiro de 2010

CULTURA: INTEGRAÇÃO E DIREITO À CIDADE






" A FUNDAÇÃO RIO DAS OSTRAS DE CULTURA, criada a 10 de outubro de 1997, veio preencher a falta de uma instituição cultural abrangente que sistematizasse e enfatizasse os sinais da presença humana em nosso município.


Objetivando a preservação do patrimônio histórico - cultural, paisagístico e ambiental, a Fundação vem desenvolvendo inúmeros projetos que incitam o conhecimento e promove o resgate da identidade cultural. (...)"

Mara Moreira Fróes
Presidente da Fundação
Rio das Ostras de Cultura


FONTE: Pérola entre o rio e o mar: História de Rio das Ostras. - 3ª Edição.
Autora: Maria da Glória d'Almeida Lima




ABERTURA DA CONFERÊNCIA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

(...) A palavra “cultura” tem sua origem mais remota em “cultivo” e em “culto”. E “cultivo” aqui está relacionado com o conhecimento agrícola, e “culto” com a religiosidade, com o sagrado.
(...)Na verdade, há sempre a necessidade de se considerar nessas interações simbólicas do campo da cultura, onde o sujeito, autor, artista, político, gestor, intelectual, crítico ou povo, tem os seus pés e por onde circula a sua cabeça, para não reproduzirmos as marcas de uma cultura dependente. Se há um terreno no qual nossa soberania está garantida, este terreno é o da cultura.
A cultura é para o povo a expressão da sua capacidade criativa, identidade e relações de convivência. Ligada à nossa História, comandada pela diversidade, pelo plural, pela valorização das diferenças étnicas e religiosas, não pode ser razão de conflitos e sim de enriquecimento, paz e democracia. O respeito à diferença, sua valorização, o reconhecimento de outros significados, modos de viver relacionados às tradições, multiplicidade de expressões culturais e artísticas, estéticas, idiomas é o que permite diferentes interações e mestiçagens. Movimenta a Humanidade.
A declaração Universal da Diversidade Cultural (UNESCO 2002) diz que: “fonte de intercâmbios de inovação e criatividade, a diversidade cultural é para o gênero humano tão necessária como a diversidade biológica para a natureza. Neste sentido constitui o patrimônio comum da Humanidade e deve ser reconhecida e consolidada em benefício das gerações presentes e futuras”.
(...)A cultura é constitutiva da ação humana, seu fundamento simbólico está presente em qualquer prática social. Mas no decorrer da História processos colonialistas, imperialistas e expansionistas geraram concentração do poder econômico e político, produzindo variadas dinâmicas de subordinação e até de exclusão cultural. Hoje, como reação a esse processo de homogeneização cultural global surgem alternativas voltadas para a preservação e afirmação das singularidades e diversidades culturais. Tal perspectiva gera maior responsabilidade dos Estados para valorizar e manter os patrimônios materiais e imateriais de cada nação.
As relações com o meio ambiente são também marcadas na proposta do Plano Nacional de Cultura onde lemos: “fazem parte dos repertórios e escolhas culturais. A natureza é inseparável da cultura, integra-se inteiramente a várias formas de vida, identidades e imaginários das populações do nosso planeta e dos brasileiros de todas as regiões de nosso país. Devemos prestar atenção à herança dos povos indígenas e o PNC deve projetar suas diretrizes tendo como referência à biodiversidade e sua relação com os modelos de manejo assentados nas culturas ancestrais dos índios. Devemos valorizar culturas e tecnologias que preservem a natureza e que a utilizem trazendo o progresso de forma sustentável”.
A memória deve servir ao autoconhecimento e conhecimento do povo a serviço do presente e do futuro. Devemos confrontar a segregação, a exclusão, o preconceito de todo tipo.
A sociedade do século XXI evolui para a fase do saber e conhecimento, mas ainda convive com realidades que remontam ao século XIX, tamanhas são as desigualdades. O progresso é muito importante, mas é preciso que venha respeitando a História, os significados e a memória das cidades. Não pode desumanizar os espaços. A cultura é capaz de fazer o amálgama entre o avanço científico e tecnológico e a preservação; entre a intervenção urbana e a História; a dispersão causada pelo contato digital e a integração no espaço público, a realidade cotidiana e o enriquecimento da alma; entre a informação e a apropriação do saber e do conhecimento; entre a produção e a geração de postos de trabalho; entre o desenvolvimento econômico e humano.
A universalidade do acesso aos bens e serviços culturais é um direito. Os direitos culturais são direitos humanos. Devemos estimular a apropriação do conhecimento e do saber, o espírito crítico, a ação e a visibilidade dos invisíveis. Para isto é fundamental democratizar a informação e criar instrumentos e regras que a viabilizem. A cultura deve ganhar centralidade como eixo estratégico de formação cidadã e desenvolvimento social e econômico. (...)

A Conferência foi realizada no Palácio Gustavo Capanema, Rua da Imprensa nº 16, sobre-loja, nos dias 14 e 15/10/2009.


FONTE: culturadigital.br/iicncrj/





Rio das Ostras, 06 de fevereiro de 2010.

E a FROC, cadê?